O Ministério das Finanças decidiu contribuir decisivamente para o bem-estar dos Portugueses. Quem se casar, vai ser poupado ao trabalho e à despesa de escolher destino de lua-de-mel, pois aquele passa a estar escolhido por natureza: a repartição de finanças mais próxima. Além do destino da lua-de-mel, muitos detalhes deixarão de consumir os noivos nos preparativos, eventualmente evitando discussões: é melhor não contratar fotógrafo, talvez seja preferível não alugar qualquer sala, e, às tantas, evita-se convidar os amigos e familiares, pois sempre são menos despesas com refeições.O casamento passará a ser uma pechincha! Restará o amor entre os noivos, o qual não paga imposto ... ainda.
Já agora, como não costumo acompanhar com muita atenção a evolução da "Concordata", o recibo da igreja e os honorários do padre entram para o IRS, ou devem ser também declarados no questionário?
O Ministério do casamento passa a andar de mãos dadas com o Ministério das Finanças desde o momento da troca das alianças, ao contrário do que acontecia antes, em que o das finanças só se intrometia abusivamente, para não mais sair da vida dos noivos, algum tempo depois.
É caso para perguntar para quem se despem os noivos na noite de núpcias: um para o outro ... ou para o penetra da festa?










Desde o início deste blogue, o bichinho começou a roer cá dentro. Há demasiado tempo que não desenhava um novo cartoon.



A partir do Espírito Santo, há uma série de arraiais espalhados semanalmente por todas as localidades dos Açores. Embora estes arraiais contribuam para a distracção do povo, a colocação de postes de iluminação muitas vezes dificulta a circulação automóvel nas ruas, ficando mesmo esquecidos durante algum tempo. É uma questão de falta de espaço, mas o melhor seria arranjar um sinal de trânsito específico para estes fenómenos, pois os perigos são demasiados para usar todos os sinais possíveis.
A nova iluminação da Variante a Ponta Delgada gerava dificuldades na aterragem dos helicópteros em serviço de transporte de doentes para o Hospital do Divino Espírito Santo. Se o problema era excesso de luz, a solução seria simples: apagar a iluminação da estrada para permitir as operações nocturnas dos helicópteros.
Desenho de 19 de Dezembro de 2003







