Xinando - Cartoon
Cartoons made in Açores

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Os Enrascados 017 - Burrocracias 2


O papel ... o papel ... o papel ... o papel ... o papel ... o papel ... o papel ... o papel ... o papel ... o papel ... o papel ... o papel ... o papel ... o papel ... o papel ... o papel ... o papel ... o papel ... o papel ... o papel ... o papel ...

... a multa! ... a multa! ... a multa! ...

... e a moral? ... e o respeito pelos cidadãos? esses nem ao lado, nem perto das finanças!

Cartoon de 03 de Agosto de 2004

sábado, 13 de dezembro de 2008

Os Enrascados 016 - Burrocracias 1

O atendimento ao público será uma arte que poucos dominam. Quantas vezes nos fecharam a porta na cara, porque já passava da hora, por exemplo?
A verdade é que todos vivemos uma vida demasiado rápida para podermos admitir "perder" tempo entre compromissos, entre burocracias, trabalho, escola dos filhos, compras, etc., todos andamos em rodas vivas para tirar partido de cada segundo. Quando nos fecham uma porta na cara (e isto acontece quer nos serviços públicos, quer em algumas lojas e até restaurantes), estão a dizer-nos que os segundos que escolhemos para lá estar não coincidem com os segundos que quem lá está tem ao seu dispor.
Damos por nós a degladiarmos segundos ou minutos com os outros, e muitas das vezes o tempo que se perde nisso daria para resolver o que quer que fosse que se queria resolver.
A expressão "tem uns minutinhos" quase tem o mesmo sentido de "isto é um assalto: dá-me os teus minutos ou eu começo a barafustar"!



Cartoon de 20 de Março de 2004

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Na Tasca 20 - Notícias ...

O jornalismo já foi uma ciência, agora é uma treta. Ainda há poucos dias, vi uma reportagem sobre as vendas no Natal, em que vários entrevistados falavam das suas compras e/ou vendas, conforme fossem clientes ou comerciantes. Entre os clientes, ninguém disse que estava muito mal (um até disse que estava bastante bem), que estava a fazer as comprinhas do costume, claro que era preciso ter atenção às despesas (como sempre se deve ter). Até pela parte dos comerciantes, que nunca diriam que o negócio estava a correr bem, pois faz parte do negócio, ninguém entrou em grandes teorias da catástrofe.
No entanto, o jornalista insistia com todos em falar da crise, sem ter grande confirmação por ninguém. No final, o jornalista concluiu que a crise estava aí e que as pessoas estavam a senti-la! Fez uma reportagem para defender uma tese, e mesmo sem ter uma confirmação do que queria provar, concluiu com aquilo que queria concluir à partida ... é mau jornalismo.

Os tempos modernos são feitos de crises cada vez mais frequentes, pois toda a contrariedade e todo o problema é considerado uma crise. A comunicação social, em vez de recolher e difundir informação, é cada vez mais um meio de difusão de conclusões e de opiniões compradas a comentadores, pelo que assim é muito fácil vender a desgraça. Por outro lado, tudo o que se noticia tem que ser o maior, o pior ou o mais grave de sempre ... geralmente é o mais estúpido de sempre.
Quando se vende a desgraça, semeia-se a desilusão, a depressão e o pessimismo!

Cartoon de 07 de Dezembro de 2008

domingo, 7 de dezembro de 2008

Os Enrascados 015 - Desemprego 3

O nosso país está muito bem servido de profissionais. Vejam só quantas situações há de excesso (??) de habilitações para os empregos disponíveis. De facto, basta-me dar uma pequena volta por aí e encontro muitas caras conhecidas, que sei que tiraram cursos universitários, mas que tiveram que se desenrascar em empregos que exigiam muito menos habilitações que eles têm.

Não tenho nada contra licenciados fazerem trabalhos que exigiriam menos habilitações. Há profissionais que gostam de TRABALHAR, e não é de todo indigno fazerem este ou aquele trabalho. O problema que se coloca é se esta ocupação de lugares não estará a impedir pessoas com menos habilitações literárias de ter acesso ao emprego. Há que ter em conta que um licenciado apira, legitimamente, a um emprego que tire partido do seu esforço de anos de estudo para adquirir determinadas competências. Tendo isto em conta, é de esperar que tenha muita vontade de mudar de emprego, pelo que assumirá o emprego que tem como temporário, o que também coloca problemas ao empregador, pelo risco de ter que arranjar novos funcionários.
Por outro lado, não se espera que os licenciados fiquem apenas por aí "à espera de um emprego", espera-se alguma inciativa e vontade de criar serviços e, por consequência, replicar o número de empregos.

Cartoon de 07 de Março de 2004

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

MonoCultura 33 - IntiFAhDAp


O anterior presidente da Associação Agrícola de São Miguel, Manuel António Martins, ficou famoso pelas guerrilhas que lançou no seio da sociedade micaelense na sua luta em defesa dos interesses dos agricultores/lavradores. Foi tão guerrilheiro que os lavradores passaram a ter má fama perante a restante sociedade. Era leite despejado pelas ruas e nos carros particulares, era carrinhas cheias de polícias abanadas por multidões enraivecidas ...

Uma das suas guerras foi contra o então IFADAP, sempre por causa dos dinheiros, devido à gritante subsidiodependência (culpa de quem depende, e culpa de quem pagou para serem dependentes). Assim, qualquer atraso era motivo para levantamentos de toda a lavoura ... então quando eram atrasos grandes ... bem, eram grandes levantamentos.

Em 2001/2002, a guerra assumiu quase um cariz de guerra santa (uma intifadazinha de trazer por casa ... ou de trazer por bilha de leite), até que em Janeiro de 2002, com os bolsos novamente providos do vil metal, foi novamente declarada a paz (podre, como sempre à espera da próxima guerrilha). Amigos como dantes (como cães ... de fila).

Cartoon de 22 de Janeiro de 2002

Publicado no Portal Virtualazores

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Os Enrascados 014 - Desemprego 2

Muitas das causas do desemprego são as exigências de quem procura emprego, que não admite fazer determinados tipos de trabalho. É certo que se a pessoa estiver ocupada num emprego que não gosta, poderá deixar passar uma boa oportunidade que lhe passe ao lado, mas daí a recusar tudo o que aparece, poderá ser falta de vontade de trabalhar.

Mas é possível ver a coisa por outro prisma: as entidades oficiais esforçam-se por divulgar as ofertas de emprego que vão surgindo, mas algumas destas ofertas nem deviam ser divulgadas, por integrarem condições à partida ilegais. Algumas dessas ofertas incluem remunerações abaixo da média, horários vergonhosos (em termos de horas diárias e de dias semanais), às vezes não dão direito a dia de descanso semanal, nem a férias. Muitos são trabalhos regulares, para funções que o potencial empregador quer ver desempenhadas todos os dias, mas com contratos extremamente curtos, para não dar direitos aos "escravos" a contratar.
Existem vários sistemas de apoio às empresas/entidades para empregarem profissionais em situação de primeiro emprego, estágio profissional, etc. Estes jovens aprendem a primeira grande lição da vida profissional no final deste período de estágio: são simplesmente carne para canhão, pois virá outro parvo para o próximo estágio, porque é mais barato para o empregador do que integrar o estagiário nos seus quadros.

Outra ironia do destino é o que se passa com os imigrantes. Geralmente são elogiados porque vieram para cá e, mesmo sendo médicos e engenheiros, trabalham na construção civil, em limpezas domésticas, etc., enfim, em tudo o que nós não gostamos de trabalhar. Usa-se este exemplo para criticar quem não quer trabalhar, mas aqui há que ver a relatividade dos rendimentos destas actividades com os rendimentos médios nos países de origem ... a ironia é que se um de nós for para o estrangeiro, como muitos foram para os Estados Unidos e para o Canadá, a situação poderá ser a mesma: para quê puxar dos galões pela formação académica quando há um trabalho bem pago para fazer ... simplesmente isso: BEM PAGO para os padrões do país de origem.


Cartoon de 06 Março 2004

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

SG 21 - Relatividade

A realidade individual de cada um marca a forma como o mundo é visto, definindo claramente os limites individuais para classificação de determinados fenómenos. Esta forma de ver as coisas faz com que o que é muito para uns seja pouco para outros, é mesmo tudo relativo.
Uma nota de cem euro, por exemplo, acredito que signifique muito pouco para algumas pessoas, quer por terem mais do que suficiente e acharem aquela quantia banal, quer por eventualmente trabalharem em alguma situação em que lidem com dinheiro vivo e estejam habituados a vê-las. Para outras pessoas, no entanto, pode representar mais de metade do rendimento mensal e, além de lhe darem tanto valor por não terem tanto dinheiro, podem até considerar ofensivo os seus rendimento se resumirem a uma simples nota.
Na política, então, este fenómeno é ainda mais interessante, geralmente, quem fica em segundo numa eleição, perde, mas quem fica em terceiro, quarto, quinto, e mesmo em último, geralmente tem pequenas vitórias a comemorar, porque tiveram mais um voto que nas anteriores, porque tiveram mais um deputado eleito, porque quem ganhou perdeu votos ... enfim, depois ainda dizemos, que o povo português é pessimista ... talvez seja, mas isso é relativo!

Cartoon de 13 de Janeiro de 1995

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

MonoCultura 32 - Bloqueios

Em 2002, foi legalmente lançada a técnica dos bloqueadores de rodas, que tinham o objectivo de dissuadir aqueles condutores que estacionam de qualquer forma em qualquer lado. A ideia foi lançada como a grande solução para este problema, e parecia que estaria tudo efectivamente resolvido.
O resultado não foi tão convincente assim. Bloqueavam-se rodas e não havia reboques suficientes para rebocar os carros bloqueados. Até se deu o caricato de um morador ter chamado a polícia, numa sexta-feira, porque havia um carro estacionado na porta da sua garagem, e ele não podia tirar o seu carro. Resultado: bloquearam a roda do infractor, mas o reboque da polícia não estava disponível, e só lá foi remover o carro bloqueado ... na segunda-feira! ... e o queixoso ficou com o carro na garagem todo o fim de semana.

A verdade é que não tenho visto para aí carros bloqueados, embora ainda muitos o mereçam ... acho que a solução milagrosa pediu a reforma antecipada.

Nos dias que correm, já existem naturais bloqueadores de ruas: chamam-se empreitadas, são de variadas naturezas, e estão em todas as ruas para onde necessitemos ir. As obras nos nós do Hospital e de Belém são exemplo disso: regularmente muda-se os trajectos, para a obra continuar, o que lança o caos.
Quanto a essas mudanças, são males necessários, o pior é o vício de colocar condicionamentos ao trânsito. Esta semana, uma grande extensão da variante a Ponta Delgada, entre o nó do hospital e a saída para a Relva esteve um dia inteiro com a faixa da direita suprimida. Nas várias vezes que por lá passei, não vi vivalma a trabalhar, nem tão pouco qualquer sinal de intervenções (nem pintura de linhas, nem roçar de bermas, nada). Se não foi para fazerem nada, parece-me que deve ter sido para matar o vício de pôr e tirar aqueles bilros do chão ...


Cartoon de 17 de Janeiro de 2002
Publicado no Portal Virtualazores

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Os enRASCAdos 012 - Expediente 3

Há vários métodos de trabalho. Entre eles está o trabalho efectivo e o trabalho falado.
Quantos profisionais não passam mais tempo a dizer que têm muito que fazer do que a trabalhar? No entanto, como estão sempre a dizer que têm muito que fazer, aos outros parece que eles estão a trabalhar muito.
Outros ocupam-se a trabalhar, mas por não se queixarem, aos restantes parece que devem ter pouco nada para fazer.


Cartoon de 5 de Março de 2004

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Na Tasca 19 - O Banqueiro

Há algum tempo, bastava ter sido membro de qualquer governo para arranjar logo uma dúzia de cargos. Agora, talvez alguns dos menos conhecidos apaguem dos respectivos currículos eventuais passagens pelo governo, não vão ser excluídos do acesso a algum emprego ... por má formação!

Em Portugal, sempre houve uma facilidade tremenda de DAR cargos a ex-governantes, de tal modo, que só lhes bastava dar o nome e receber um ordenado chorudo, e nem era preciso pôr os pés nessas empresas ... era como o Cristiano Ronaldo, que não precisa ter conta no BES, mas que dá a cara que se farta, pela devida contrapartida financeira. A pequena diferença, é que o Cristiano Ronaldo aparece ...

Alguns super-heróis ex-políticos conseguem mesmo acumular cargos em conselhos de administração e/ou consultivos em várias dezenas de empresas ao mesmo tempo, o que não parece humanamente possível, mas é concerteza economicamente simpático.
Por um lado, prefiro sinceramente que estes senhores trabalhem, se com isso o estado fosse poupado de lhes pagar reforma ou subsídio de desemprego, mas alguns até acumulam ordenado com reforma. Por outro lado, essa acumulação de cargos, tipo colecção de selos (quantos mais, melhor), é também um contributo para o aumento do desemprego nacional, pois outras pessoas poderiam estar a ocupar esses cargos ... claro que isso apenas valia se esses cargos fossem efectivamente necessários!

Cartoon de 14 de Novembro de 2008

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

MonoCultura 39 - Ministros

Resolvi adiantar uma das MonoCultura antigas, pois o momento é oportuno: tal como agora, em finais de Março de 2002, aguardava-se (im)pacientemente que Durão Barroso anunciasse a composição do governo. Então, uma coisa era certa: Paulo Portas seria ministro de certeza! Outra certeza era que Manuela Ferreira Leite também o seria, e era mesmo apontada para um super-ministério, ou para a acumulação de várias pastas ... infelizmente foi para as Finanças, meteu a ideia do défice na cabeça de todos os portugueses, lançou uma obsessão ... e tal como outros, eu fiquei mais pobre. Ainda hoje continuo a achar que, embora haja com certeza desajustes orçamentais graves, e Portugal não seja rico, esta senhora lançou uma moda, a do aperto cego, que será usada e abusada por várias gerações de governantes.

... mas voltando à VACA fria: amanhã serão oficialmente abertos os ovinhos surpresa dos Açores. Depois dos ovinhos dos secretários, aí então, cada secretário há-de ir abrindo os ovinhos dos directores regionais. E vamos continuar mais algum tempo nesta expectativa só comparável com os Óscares!

Cartoon de 31 de Março de 2002
Publicado no Portal Virtualazores

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Os enRASCAdos 013 - Desemprego 1


Aparentemente, esta é uma boa fonte de capital, pois o orçamento de estado também foi lá ...

Cartoon de 20 de Fevereiro de 2004

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

MonoCultura 59 - A Miss regressa a casa

Algumas vacas açorianas viveram na semana passada o momento da sua vida: foram à feira Agrovouga e tiveram direito a todas as mordomias e mais algumas.
Parece que até foram vítimas de assédio, pois estiveram a apreciar-lhes tudo e mais alguma coisa (o porte, as pernas, os quadris ...).
Agora que acabou a folia, como será o regresso das misses, já mimadas, às explorações típicas dos Açores? ... agora, como se costuma dizer, é um tal descer marquês.
Cartoon de 04 de Novembro de 2008

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

MonoCultura 31 - Chegada do Euro

A grande novidade de 2002 foi termo-nos despedido de um ano com uma moeda e iniciarmos o seguinte com outra. O euro chegou avassaladoramente, associado a um misto de curiosidade e de receio.
Foi giro ir recebendo as novas moedas e notas, e ir habituando a usá-las. Para alguns, esta foi uma oportunidade para subir preços descontroladamente (mesmo com uma entidade reguladora a acompanhar o processo de transição), para outros, para burlar (até iam à porta de velhotes para lhes trocarem os escudos por euros).
No geral, o euro caiu-nos em cima sem hipótese de fuga, e muitas vezes dá saudades do velhinho escudo. Agora, já não está só caído em cima de nós ... esmaga-nos!

Cartoon de 02 de Janeiro de 2002
Publicado no Portal Virtualazores

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Os enRASCAdos 009 - Ter ou não ter 3

Algumas dúvidas são divinas ... têm a ver com esperar o que cair do céu.
Cartoon de 19 de Fevereiro de 2004

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

SG 19 - Campismo

Será que se pode dizer que o nosso herói não cabe em si de contente por estar a acampar? ... ou talvez que tentou colocar uma igreja dentro de uma ermida?
Parece um pouco as nossas crises económicas ... a tenda é o rendimento ... o SG as despesas ...
Cartoon de 13 de Janeiro de 1995

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Os enRASCAdos 011 - Expediente 2

Os métodos de avaliação de trabalhadores, seja na função pública, seja em qualquer empresa, revestem-se de grandes dificuldades. A padronização de métodos visa "apertar" a malha com os piores, mas acaba por impôr regras a todos, de forma indiscriminada. Como em tudo, sofrem todos, eventualmente sofrendo menos os principais visados pelas regras.
Supostamente, a limitação por quotas impede determinado tipo de abusos, mas cria outros tipos de injustiça. Nenhum serviço poderá ser efectivamente excelente, pois, por lei, nem todos os seus funcionários poderão ser assim tão bons ...
Por outro lado, as regras de avaliação de desempenho tornam-se tão exigentes que, para aplicá-las ... não sobra tempo para ... desempenhar!
Cartoon de 04 de Fevereiro de 2004

domingo, 19 de outubro de 2008

MonoCultura 30 - Aí vem o Euro!


Belos tempos ... a expectativa pela entrada da moeda nova ... No dia 1 de Janeiro de 2002, entrava em circulação o Euro. Havia muitos receios quanto à mesma ...

Verifica-se agora que os receios eram infundados, porque pecavam por defeito! Actualmente, o escudo já lá vai, e quanto a Euros, bem, voam que se fartam!

Se fosse hoje, intitulava este cartoon como "Lá se vão os Euros!"

Cartoon de 26 de Dezembro de 2001

Publicado no Portal Virtualazores

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Os enRASCAdos 006 - O Engenheiro 3


As eleições são daqui a poucos dias. O que não falta pelas ruas dos Açores esta semana são "engenheiros" à procura de um ordenado/emprego melhor.

Competência profissional? Muitos não sabem o que era a competência escolar, como saberiam esta?

Cartoon de 15 de Janeiro de 2004

domingo, 12 de outubro de 2008

Anedotas Ilustradas 13 - O Jipe

Esta é uma anedota antiga, mas veio a propósito para o passeio de hoje, o II Passeio TT Quinta das Laranjeiras.

Cartoon de 11 de Outubro de 2008

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Na Tasca 18

As necessidades variam de casa para casa ... as comodidades e o descaramento também!

Cartoon de 09 de Outubro de 2008

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

SG 18 - Faça você mesmo

Em época de eleições, este pode ser usado como um exemplo para aquelas obras que os políticos insistem em fazer, mas às quais os utilizadores dão diferente uso, mais prático e de acordo com as reais necessidades.
Muitas coisas são feitas sem que se perceba a respectiva filosofia de concepção e/ou de utilização. O tempo trata depois do respectivo ajuste.

Cartoon de 12 de Janeiro de 1995

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Os enRASCAdos 010 - Expediente 1

Dúvidas existenciais que se colocam por aí.
Quem fala na disponibilização da internet em locais de trabalho para aumento da produtividade, fala de uma infinidade de recursos que podem ser úteis em termos de trabalho, mas que são disponibilizados sem grande visão e vão de encontro à falta de visão de quem os utiliza.

Que são úteis para o desenvolvimento da actividade profissional, são. Que se tira o devido partido dos mesmos, tenho sérias dúvidas ...
Cartoon de 04 de Fevereiro de 2004

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

MonoCultura 28 - O voto consciente

Dezembro de 2001. Eleições autárquicas ...
Em vésperas do Natal, com a chegada do Euro em perspectiva e ainda em cima das férias escolares de Natal, bela altura para fazer um acto eleitoral. As pessoas estavam concentradíssimas nas eleições.
Agora vêm aí as legislativas, numa época bem melhor: sete anos depois, com a crise instalada, não haverá pelo menos tentações de pensar em férias, e eventualmente em comprar prendas de Natal. Ainda bem que temos eleições, para termos outra coisa em que pensar que não os problemas do dia a dia. Claro que se as campanhas fossem construtivas, seria bem melhor ...

Se fosse feito hoje, o desenho seria o mesmo, e substituía-se o conteúdo dos balões por outras coisas, como petróleo, taxas de juro, etc. Férias e prendas de Natal é que não ...

Cartoon de 12 de Dezembro de 2001
Publicado no Portal Virtualazores. com