Xinando - Cartoon
Cartoons made in Açores

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Incompreender - prancha 22

Contas
(para ver a história desde o início, clique na imagem)

sábado, 25 de agosto de 2018

Incompreender - prancha 21

Helena e Chico
(para ver a história desde o início, clique na imagem)


segunda-feira, 30 de julho de 2018

quarta-feira, 25 de julho de 2018

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Incompreender - página 6

A história avança devagarinho, com novas personagens.
Vamos conhecendo novas pessoas, encontrando novas primeiras impressões, e também deparando-nos com aquilo que podem pensar uns dos outros.


sexta-feira, 6 de julho de 2018

Incompreender - página 5

Prancha número 5 já online.
Aqui já andava a fugir do guião que tinha escrito, a história já queria andar sozinha.
Tinha decidido usar tons de cinza e ainda andava a pensar como os usaria de forma correcta.
Além disso, e se queria uma sucessão de personagens, teria que lhes dar nome, e isso parecia-me ainda mais difícil que o resto. Não queria simplesmente dar nomes à toa. Arranjei um sistema para "baptizá-los", que não vou revelar por agora. Esse sistema também me permite ter uma noção do avanço da história.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Banda Desenhada - Incompreender (pois)

Durante os últimos meses, com um pequeno caderno e algumas canetas, fui fazendo uma banda desenhada de forma aleatória. A história "aparecia" em cada dia, e assim surpreendia-me também.


Este foi um duplo desafio: criar uma história; e desenhar sem rascunho, directamente. A história ainda está a crescer, pois ainda não completei o caderninho. O desenhar sem rascunho foi cumprido, com excepção de duas ou três páginas em que fiz um estudo prévio noutro caderno.
Tem alguns erros de desenho e espero que não tenha nenhum ortográfico, resultado do desenho directo, tornado definitivo naquele caderno.

Embora ainda não esteja completo, vou começar a publicar a história.

Espero que alguém goste. Eu distraí-me, abstraí-me e diverti-me.

Pode clicar na seguinte ligação para ler a banda desenhada Incompreender.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Na Tasca 190 - facebook

Ia escrever sobre isto, mas ninguém ia acreditar, ou, pior, podiam acreditar demais...

Cartoon de 24 de Abril de 2018

quarta-feira, 14 de março de 2018

O tempo e a sua breve história

Em 1994, li um livro fascinante, chamado "Breve História do Tempo", de um autor chamado Stephen W. Hawking. Lembro-me de comprá-lo porque parecia interessante e porque devia ser bom, porque o prefácio era de Carl Sagan. Não era bom, era muito bom!
O que me ajudou a ver/aprender? Que podemos viver em universos maiores ou menores (familiares, profissionais, geográficos), mas somos sempre peças de engrenagens, que se interligam a diversas escalas.
Se há buracos negros ou não? Isso é o menos importante. O mais importante é percebermos como isto tudo funciona nas diversas escalas, e percebermos que os desafios que nos aparecem pela frente nos podem levar a novos universos/realidades, e que em cada um há forças, regras e desafios a superar.
A longevidade e produtividade desta mente brilhante, é e sempre foram uma inspiração para mim. O seu físico foi sendo reduzido de forma atroz, daquela forma em que quase sempre se institucionaliza as pessoas e deixa-se à espera que vão vegetando. Contudo, isso não o parou, nunca.
Com a ajuda da tecnologia, mas principalmente da sua mente e força de vontade, pudemos ter este exemplo genial.

Cartoon de 14 de Março de 2018

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

sábado, 23 de dezembro de 2017

Ecos 36 - Separar, separar, separar

Época natalícia. Por vezes reduz-se a mesma ao mais supérfluo: às compras, e ainda mais aos embrulhos...
Não faz mal, que seremos bons ecologistas se pusermos tudo nos ecopontos certos, até eles abarrotarem.

Cartoon de 23 de Dezembro de 2017

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Achas para as fogueiras

A tragédia que ocorreu em Pedrógão Grande e arredores, tem feito vir ao de cima várias facetas dos seres humanos, como nós, Portugueses, o somos na maioria.
A primeira faceta é a solidariedade, demonstrada de várias formas, em primeiro lugar a das pessoas que deixam tudo para trás para salvar os outros, mesmo que possam não se salvar a si: os Bombeiros!
Também sobressai a coragem, o empenho e o sentido de responsabilidade de todos aqueles que desempenham funções diversas na luta contra esta situação, sejam forças de segurança, protecção civil, pessoal de saúde, e todos os anónimos que ajudaram a defender casas, a alimentar e alojar desalojados, e a apoiar famílias em desespero.

Depois, uma faceta horrível: o oportunismo.
Há quem roube casas evacuadas. Há quem chame a atenção a si. E há todos os tipos de oportunismo político. Nada disto me surpreende, claro.

A exploração jornalística, embora também previsível, já originou discussões (estéreis) sobre a ética de uns e outros profissionais, e com razão. O problema é que os mesmos que reconhecem que faltou profissionalismo a outros colegas, não são olham para a sua conduta, que muitas vezes põe instantaneamente em causa o trabalho dos outros.
Como é possível os órgãos de comunicação social estarem constantemente a entrevistar pessoas ligadas ao combate aos incêndios, com perguntas sobre questões para as quais não poderiam ter oportunidade sequer de terem respostas concretas?
Todas aquelas pessoas, sejam bombeiros na frente, sejam pessoas na coordenação, estão a tomar decisões sucessivas para controlar um incêndio gigantesco e trágico que lavra em várias frentes há quase uma semana. Todos se estão a esforçar para que se controlem e extingam os fogos. Acredito que muitos estão focados na emergência deste minuto e eles próprios terão dúvidas em cada decisão, e estão a escolher opções e a agir. Muitos estarão já permanentemente marcados pelo que viram, pelo que conseguiram fazer, e principalmente pelo que não conseguiram. Muitos estão cheios de "se..." e ficarão para sempre a se questionar se aquela decisão foi a melhor ou não... aquela entre milhares, a se sucederem furiosamente.

Tudo isto e continuamos a ver os senhores repórteres, em momentos em que as autoridades reservam para informar a população, a fazer perguntas do tipo: "o que falhou?", "não acha que fulano se deve demitir?", "de quem é a culpa?", sempre! A todos os que encontram! E depois toca a explorar a resposta, seja porque o interpelado foi evasivo, se foi falso porque disse o contrário do que se queria, ou se explodiu e disse algum disparate.
Sim, senhores jornalistas, os senhores têm discutido o que é informar e o que é sensacionalismo. Mas nesse vosso debate não consideram nunca que, a coberto do vosso "dever de informar", atrapalham quem está a tentar salvar vidas e bens. Imaginam que uma pessoa que está há dias a dar tudo, a dormir e a comer só se pode e sempre a menos, precisa mesmo que venha um "artista" lhe perguntar a que horas se vai demitir, ou se alguém se deve demitir?
Sim, o melhor que muitos faziam era se demitir a meio de um incêndio destes... demitir da irresponsabilidade!
Depois, e antes sequer de fecharem os gabinetes de crise, e de se apurar o que quer que seja, chama-se os governantes ao parlamento, pois o principal é ir esclarecer os deputados, e isso antes de se ter dados concretos é sempre mais interessante.
Depois do parlamento, entrevistas... nem chegam a saber onde são os gabinetes...

Cartoon de 23 de Junho de 2017